
Olá galerinha linda!
Estava colocando ordem em alguns documentos e encontrei essa mensagem, era de um programa de alcoolismo. Achei interessante e resolví postar. Descobrí que tem pessoas que acham a maior babozeira mensagens de auto ajuda, mas...eu, sinceramente acho elas muito úteis, pois prefiro aprender com o erro dos outros do que com os meus próprios, e me julgo inteligente por isso, rs
De qualquer maneira, muitas vezes pensamos ou não pensamos de como o tempo passa rápido, e só qdo deparamos com os filhos moços já, ou com alguém a reclamar do pouco tempo que tem pra viver, ae sim...paramos e analisamos...
Bom...essa mensagem foi escrita por um sufi (sultão otomano), seu nome era Bayazid, ele viveu de 1354 à 1403, então isso prova que o "homem" sempre se preocupou com o passar do tempo, com a perda dele. É isso galera, para aqueles que curtem mensagens de auto estima, que gostam de aprender com o erro dos outros, fica aqui o recadinho e não esquecendo...beijos mil pra vcs, rs -té +
Eis o que conta, de si mesmo, o Sufi Bayazid: Na juventude eu era um revolucionário e assim rezava: "dai-me energia, ó Deus, para mudar o mundo!" Mas, notei, ao chegar à meia-idade, que metade da vida já passara sem que eu tivesse mudado homen algum. Então, mudei minha oração, dizendo a Deus: "Dai-me a graça, Senhor, de transformar os que vivem comigo dia a dia, como minha família e meus amigos; com isso já ficarei satisfeito..." Agora que sou velho e tenho os dias contados, percebo bem quanto fui tolo assim rezando. Minha oração, agora, é apenas esta: "Dai-me a graça, Senhor, de mudar e conhecer a mim mesmo" Se eu tivesse rezado assim, desde o princípio, não teria esbanjado minha vida.
Escrito por beijosmil às 15h55
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O oleiro e o Poeta.
Escrito por beijosmil às 17h40
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Ae galera...arrumei um tempinho pra me dedicar à vcs, e hj trouxe uma mensagem que nua e crua, certa se seguida, assim como dois e dois são quatro. Na maioria das vezes somos tão egoístas que não percebemos a importância que o nosso semelhante tem pra nós, pois já foi comprovado,que o "homem" não vive só, ele só existe e é realizado qdo incluído na sociedade. Por hj é só galera linda! e...beijos mil, rs
Há muito tempo, na cidade de Zahié, ocorreu uma rixa entre um jovem poeta, de nome Fauzi, e um oleiro, chamado Nagib. Para evitar que o tumulto se agravasse, eles foram levados à presença do juiz do lugarejo. O juz, homem íntegro e bondoso, interrogou primeiramento o oleiro, que parecia muito exaltado. "Disseram-me que você foi agredido? Isso é verdade?" "Sim, senhor juiz" confirmou o oleiro."fui agredido em minha própria casa por este poeta. Eu estava, como de costume trabalhando em minha oficina, quando ouví um ruído e a seguir um baque. Quando fui à janela pude constatar que o poeta Fauzi havia atirado com violência uma pedra, que partiu um dos vasos que estava a secar perto da porta. Exijo uma indenização!" gritava o oleiro. O juiz voltou-se para o poeta e perguntou-lhe serenamente."Como justifica o seu estranho proceder?" "Senhor juiz, o caso é simples" disse o poeta. "Há tres dias eu passava pela frente da casa do oleiro Nagib, quando percebi que ele declamava um dos meus poemas. Notei com tristeza que os versos estavam errados. Meus poemas eram mutilados pelo oleiro. Aproximei-me dele e ensinei-lhe a declamá-los da forma certa, o que ele fez sem grande dificuldade. No dia seguinte, passei pelo mesmo lugar e ouvi novamente o oleiro a repetir os mesmos versos de forma errada. Cheio de paciência tornei a ensinar-lhe a maneira correta e pedi-lhe que não tornasse a deturpá-los. Hoje, finalmente, eu regressava do trabalho quando, ao passar diante da casa do oleiro, percebí que ele declamava minha poesia estropiando as rimas e mutilando vergonhosamente os versos. Como vê, meu comportamento nada mais é do que uma represália pela conduta do oleiro". Ao ouvir as alegações do poeta, o juiz diriguiu-se ao oleiro e declarou: "que esse caso, Nagib, sirva de lição para o futuro. Procure respeitar as obras alheias a fim de que os outros artistas respeitem as suas. Se você equivocadamente julgava-se no direito de quebrar o verso do poeta, achou-se também o poeta egoísticamento no direito de quebraro seu vaso". E a sentença foi a seguinte: "determino que o oleiro Nagib fabrique um novo vaso de linhas perfeitas e cores harmoniosas, no qual o poeta Fauzi escreverá um de seus lindos versos. Esse vaso será vendido em leilão e a importância obtida pela venda deverá ser dividida em partes iguais entre ambos". A notícia sobre a forma inesperada como o sábio juiz resolveu a disputa espalhou-se rapidamente. Foram vendidos muitos vasos feitos por Nagib adornados com os versos do poeta. Em pouco tempo Nagib e Fauzi prosperaram muito. Tornaram-se amigos e cada qual passou a respeitar e a admirar o trabalho do outro. O oleiro mostrava-se arrebatado ao ouvir os versos do poeta, enquanto o poeta encantava-se com os vasos admiráveis do oleiro.
Cada ser tem uma função específica a desenvolver perante a a sociedade. Por isso, há grande diversidade de aptidões e de talentos. Respeitar o trabalho e a capacidade de cada um, possibilita-nos aprender sobre o que não conhecemos e aprimorar nossas próprias atividades. Respeito e colaboração são ferramentas valiosas para o desenvolvimento individual e coletivo.
Escrito por beijosmil às 17h39
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