
O texto abaixo me faz chorar. Ele expressa bem, marcas pessoais que ficam em nós. As vezes tão sutis, mas com grande capacidade no aperfeiçoamento do nosso carácter, no fortalecimento de nossas convicções e de nossa índole. São pequenas marcas como essa do texto que fazem de nós o que somos, já tive tantas...por isso sou o que sou. A vida nos proporciona sofrimentos, alegrias, castigos e tudo se transforma em grandes marcas. Passamos a ser pessoas mais dóceis e compreensivas para com aqueles que convivemos, nos tornamos mais solidários e prestativos, cumprindo assim, creio eu, os desejos do nosso grande e onipotente Deus "Pai todo Poderoso".
Recebí por e-mail essa mensagem em pps. e resolvi convertê-la para texto e postar aqui em meu blog, para voces também conhecê-la. Embora desconhecido, nota-se que saiu do âmago do autor tão bela MARCA. Beijos mil galera!
A MARCA
Quando eu era criança, bem novinho, meu pai comprou o primeiro telefone da nossa vizinhança. Eu ainda me lembro daquele aparelho preto e brilhante que ficava na cômoda da sala. Eu era muito pequeno para alcançar o telefone, mas ficava ouvindo fascinado enquanto minha mãe falava com alguém. Então, um dia eu descobri que dentro daquele objeto maravilhoso morava uma pessoa legal. O nome dela era "Uma informação, por favor" e não havia nada que ela não soubesse. "Uma informação, por favor" poderia fornecer qualquer número de telefone e até a hora certa. Minha primeira experiência pessoal com esse gênio na garrafa veio num dia em que minha mãe estava fora, na casa de um vizinho. Eu estava na garagem mexendo na caixa de ferramentas quando bati em meu dedo com um martelo. A dor era terrível mas não havia motivo para chorar, uma vez que não tinha ninguém em casa para me oferecer a sua simpatia. Eu andava pela casa, chupando o dedo dolorido até que pensei: O telefone! Rapidamente fui até o porão, peguei uma pequena escada que coloquei em frente à cômoda da sala. Subi na escada, tirei o fone do gancho e segurei contra o ouvido. Alguém atendeu e eu disse: "Uma informação, por favor". Ouvi uns dois ou três cliques e uma voz suave e nítida falou em meu ouvido. "Informações.“ "Eu machuquei meu dedo...", disse, e as lágrimas vieram facilmente, agora que eu tinha audiência. "A sua mãe não está em casa?", ela perguntou. - "Não tem ninguém aqui...", eu soluçava. "Está sangrando?" - "Não", respondi. "Eu machuquei o dedo com o martelo, mas tá doendo...""Você consegue abrir o congelador?", ela perguntou. Eu respondi que sim. - "Então pegue um cubo de gelo e passe no seu dedo", disse a voz. Depois daquele dia, eu ligava para "Uma informação, por favor" por qualquer motivo. Ela me ajudou com as minhas dúvidas de geografia e me ensinou onde ficava a Filadélfia. Ela me ajudou com os exercícios de matemática. Ela me ensinou que o pequeno esquilo que eu trouxe do bosque deveria comer nozes e frutinhas. Então, um dia, Petey, meu canário, morreu. Eu liguei para "Uma informação, por favor" e contei o ocorrido. Ela escutou e começou a falar aquelas coisas que se dizem para uma criança que está crescendo. Mas eu estava inconsolável. Eu perguntava: "Por que é que os passarinhos cantam tão lindamente e trazem tanta alegria pra gente para, no fim, acabar como um monte de penas no fundo de uma gaiola?" Ela deve ter compreendido a minha preocupação, porque acrescentou mansamente: "Paul, sempre lembre que existem outros mundos onde a gente pode cantar também..." De alguma maneira, depois disso eu me senti melhor. No outro dia, lá estava eu de novo. "Informações.", disse a voz já tão familiar. "Você sabe como se escreve 'exceção'?" Tudo isso aconteceu na minha cidade natal ao norte do Pacifico. Quando eu tinha 9 anos, nós nos mudamos para Boston. Eu sentia muita falta da minha amiga. "Uma informação, por favor" pertencia aquele velho aparelho telefônico preto e eu não sentia nenhuma atração pelo nosso novo aparelho telefônico branquinho que ficava na nova cômoda na nova sala. Conforme eu crescia, as lembranças daquelas conversas infantis nunca saiam da minha memória. Freqüentemente,em momentos de duvida ou perplexidade, eu tentava recuperar o sentimento calmo de segurança que eu tinha naquele tempo. Hoje eu entendo como ela era paciente, compreensiva e gentil ao perder tempo atendendo as ligações de um menininho. Alguns anos depois, quando estava indo para a faculdade, meu avião teve uma escala em Seattle. Eu teria mais ou menos meia hora entre os dois vôos. Falei ao telefone com minha irmã, que morava lá, por 15 minutos. Então, sem nem mesmo sentir que estava fazendo isso, disquei o número da operadora daquela minha cidade natal e pedi:- "Uma informação, por favor." Como num milagre, eu ouvi a mesma voz doce e clara que conhecia tão bem, dizendo: "Informações." Eu não tinha planejado isso, mas me peguei perguntando: "Você sabe como se escreve 'exceção'?" Houve uma longa pausa. Então, veio uma resposta suave: "Eu acho que o seu dedo já melhorou, Paul." Eu ri."Então, é você mesma!", eu disse. "Você não imagina como era importante para mim naquele tempo." - "Eu imagino", ela disse. "E você não sabe o quanto significavam para mim aquelas ligações. Eu não tenho filhos e ficava esperando todos os dias que você ligasse." Eu contei para ela o quanto pensei nela todos esses anos e perguntei se poderia visitá-la quando fosse encontrar a minha irmã. - "É claro!", ela respondeu. "Venha até aqui e chame a Sally.“ Três meses depois eu fui a Seattle visitar minha irmã. Quando liguei, uma voz diferente respondeu: "Informações." Eu pedi para chamar a Sally. "Você é amigo dela?", a voz perguntou. - "Sou, um velho amigo. O meu nome é Paul." "Eu sinto muito, mas a Sally estava trabalhando aqui apenas meio período porque estava doente. Infelizmente, ela morreu há cinco semanas.“ Antes que eu pudesse desligar, a voz perguntou: - "Espere um pouco. Você disse que o seu nome é Paul? - "Sim.“ - "A Sally deixou uma mensagem para você. Ela escreveu e pediu para eu guardar caso você ligasse. Eu vou ler pra você." A mensagem dizia: "Diga à ele que eu ainda acredito que existem outros mundos onde a gente pode cantar também. Ele vai entender." Eu agradeci e desliguei. Eu entendi... NUNCA SUBESTIME A "MARCA" QUE VOCÊ DEIXA NAS PESSOAS
Escrito por beijosmil às 13h52
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Ae galera...bem que tentei postar essas dicas no beijos.flog.oi.com.br, mas... lá a coisa não anda de jeito nenhum!
então...postei aqui mesmo. O blog uol é muito mais gentleman!
Espero que coloquem as dicas em prática! 
e...beijos mil pra todos!
Dicas de beijo para esquentar a relação!
A personal sex trainer Fátima Moura -autora do livro 'Sexo para mulheres casadas'-
dá várias dicas de como incrementar uma relação através do beijo. Ela salienta que o importante
não só beijar por beijar, tem que haver sentimento, e que a boca não é a estrela principal na arte de beijar. Veja também: » Aprenda técnicas para um beijo inesquecível
"Tem gente que gosta de beijo na testa, nas pálpebras, nos braços, no umbigo... beijocas no pescoço e
na virilha fazem a temperatura subir. Aventure-se e explore os pontos mais sensíveis do corpo do parceiro.
Durante o beijo, aproveite para acariciar as mãos, os cabelos, as costas, ou segure o rosto dele em suas mãos.
Faça do beijo um acontecimento único", destaca.
Confira as dicas históricas colecionadas pela expert no assunto.
Beijo de virar a cabeça: O livro Kama Sutra - escrito entre os anos 100 e 400 D.C.- já valorizava diversas formas de beijar,
como o 'Beijo de virar a cabeça' é o beijo que a mulher dá em seu parceiro quando ele está ocupado
com algo que está lhe preocupando, de modo a afastar a tensão da mente dele e trazer pensamentos de amor.
Beijo em todo o corpo Segundo o Kama Sutra, a maior parte do corpo reage ao beijo, sendo que os lábios e seios são especialmente
sensuais ao toque da boca. Por isso, quanto mais próximo é o beijo dos órgãos genitais, mais intenso é o prazer.
A intensidade do beijo varia de acordo com o local do corpo em que é aplicado e pode ser moderado, pressionado ou suave.
Técnica árabe do beijo Para os árabes, o beijo durante o ato sexual é indispensável. Segundo eles o melhor beijo é aquele dado com a
boca umedecida e combinado com a sucção dos lábios e da língua. Nesse tipo de beijo o homem também deve
mordiscar suavemente a língua da mulher.
Beijos segundo a técnica indiana de fazer amor O Ananga Ranga -livro semelhante ao Kama Sutra- recomenda que certos tipos de beijos devem fazer parte da
fase inicial das preliminares como o:
No Ghatika: beijo na nuca No Uttaroshtha: beijo no lábio superior Pratibodha: beijo do despertar. Onde um dos parceiros, ao encontrar o outro dormindo encosta os lábios no outro,
aumentando a pressão até que ele acorde.
Matéria retirada da página 'Mulher Terra' de 29/04/2007
Escrito por beijosmil às 10h25
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